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  02.12.15

Prmio Jabuti


Segundo colocado na categoria ‘Ciências da Natureza’ tem capítulo escrito por pesquisador do IPT


O livro Agricultura Conservacionista no Brasil, publicado pela Editora Embrapa, foi o segundo colocado na categoria ‘Ciências da Natureza, Meio Ambiente e Matemática’ da edição 2015 do Prêmio Jabuti, promovido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL). A obra reúne 27 capítulos que abordam os avanços e a situação atual da conservação do solo e da água no Brasil, enfocando também os desafios para a evolução da agricultura no caminho do mínimo impacto ambiental e da alta eficiência técnica, econômica e social. A cerimônia de entrega aos vencedores será realizada amanhã, 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

O livro traz as principais contribuições discutidas na XVIII Reunião Brasileira de Manejo e Conservação do Solo e da Água, realizada em agosto de 2010 no Piauí, que teve como tema os novos caminhos para a agricultura conservacionista no Brasil.
Obra reúne 27 capítulos que abordam os avanços e a situação atual da conservação do solo e da água no Brasil, enfocando também os desafios para a evolução da agricultura no caminho do mínimo impacto ambiental e da alta eficiência técnica, econômica e social
 
Um dos palestrantes foi o pesquisador Gerson Salviano Almeida Filho, da Seção de Investigações, Riscos e Desastres Naturais do IPT, que abordou a retomada, a redefinição e a intensificação da pesquisa em erosão e conservação do solo e da água na Região Sudeste, usando como exemplo o estado de São Paulo.

O livro editado pela Embrapa retoma a apresentação do pesquisador com destaque para a elaboração do Mapa de Suscetibilidade à Erosão no Estado de São Paulo feita em parceria pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) e o IPT entre 1985 e 1995. Esse mapa adotou uma abordagem morfopedológica, a qual integra as características geológicas, geomorfológicas e pedológicas das diferentes regiões do estado, para identificar áreas com características de meio físico semelhantes. Por meio da associação de tipos e formas de erosão a cada unidade, os pesquisadores obtiveram classes de suscetibilidade à erosão, que variavam de muito alta a muito baixa. “O mapa é um importante instrumento para o planejamento e estabelecimento de diretrizes para política do uso e ocupação do solo rural e urbano”, ressalta o pesquisador no texto.

Luiz Fernando Carvalho Leite, engenheiro agrônomo da Embrapa, Giovana Alcântara Maciel, zootecnista da Embrapa, e Ademir Sérgio Ferreira de Araújo, engenheiro agrônomo e professor da Universidade Federal do Piauí, são os editores técnicos do livro que está disponível para compra no portal da Livraria Embrapa – clique aqui.