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  14.06.16

Meio ambiente na Globo


Pesquisador do IPT divulga manual de água de chuva e de águas cinza em ação promovida pela emissora


Para chamar a atenção do público interno para os problemas ambientais e a importância da preservação dos recursos naturais, as áreas de gestão ambiental e responsabilidade social da Globo promoveram entre os dias 6 e 9 de junho uma série de atividades especiais para promoção da reflexão dos funcionários sobre sustentabilidade. As ações foram realizadas nos estúdios da emissora do bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O pesquisador Luciano Zanella, do Laboratório de Instalações Prediais e Saneamento do IPT, foi um dos convidados e apresentou as duas publicações editadas pelo Instituto sobre o uso consciente da água, o manual para captação e uso doméstico de água de chuva e o manual para aproveitamento de águas cinza do banho e da máquina de lavar.

A emissora lançou no final do mês de março de 2015 a plataforma ‘Menos é Mais’, que visa propor uma reflexão sobre o uso consciente dos recursos e reforçar a responsabilidade dos cidadãos no desenvolvimento sustentável do planeta.
Marcia Frizzo, da Diretoria de Responsabilidade Social, e Luciano Zanella nos estúdios da Rede Globo
 
No mês que marcou o Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho, novas campanhas do Menos é Mais entraram no ar e, pela primeira vez, uma série de atividades especiais para os funcionários dos estúdios foi organizada.

Foram realizadas palestras, workshops, feiras e apresentações para oferecer alternativas de preservação ambiental com dicas simples. Um espaço em um átrio próximo a um dos restaurantes dos estúdios foi montado a fim de aproveitar o fluxo mais intenso de empregados durante o horário de almoço. A programação foi intensa durante toda a semana, com destaque para o dia 8 com a participação do pesquisador do IPT e de Fernanda Cortez, responsável pelo projeto Menos 1 Lixo que propõe a substituição do uso de copos descartáveis por reutilizáveis.

“As pessoas sabem que é possível reduzir o consumo de água e muitas delas já fazem a captação de água de chuva; no entanto, tal como boa parte da população, a operação não é feita da maneira tecnicamente desejada e correta – por exemplo, ninguém com quem eu conversei no evento afirmou que faz o descarte das primeiras águas captadas. Foi a partir de constatações como essa que resolvemos publicar os manuais”, explica Zanella.