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  16.08.18

Combusto industrial


Curso sobre eficiência de processos energéticos na indústria chega a sua 32ª edição no IPT


O tradicional curso de Combustão Industrial do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) traz todos os anos dezenas de representantes de empresas interessadas em melhorar a eficiência de processos ao campus do Instituto. Neste ano, em sua 32ª edição, as aulas foram ministradas entre os dias 6 e 10 de agosto e contaram com 48 participantes.

Renato Vergnhanini, coordenador do curso e pesquisador do Laboratório de Engenharia Térmica, afirmou que, ao longo dos mais de 30 anos de história – a 1ª edição ocorreu em 1986 - os temas tratados evoluíram grandemente.
Compareceram às aulas representantes de 28 empresas diferentes de 11 estados brasileiros, além de um participante internacional
 
“Um dos assuntos, por exemplo, que apresenta uma evolução muito grande está relacionado à emissão de poluentes. Antigamente preocupava-se mais com rendimento, consumo de combustível e conservação de energia. Essas preocupações continuam, porém aliadas à questão da emissão”. Para manter o curso atualizado, algumas medidas são tomadas pela organização. “Existe a preocupação de refazer a cada ano boa parte do material entregue aos alunos”, explicou Vergnhanini.

O curso aborda conceitos teóricos referentes à queima e à poluição atmosférica de combustíveis gasosos, líquidos e sólidos, aspectos tecnológicos ligados aos equipamentos de combustão, informações sobre a instrumentação de monitoria e controle do processo e aspectos práticos, advindos da atuação do laboratório no meio industrial.

O laboratório ministra o curso de maneira aberta ou individualizada para empresas. Parcela majoritária de seus participantes é constituída por engenheiros das principais indústrias do País, envolvidos em atividades de projeto, desenvolvimento, operação, gerenciamento ou análise de equipamentos de combustão. Neste ano, compareceram representantes de 28 empresas diferentes de 11 estados brasileiros, além de um participante internacional.

Lígia Sarmento, funcionária da petroquímica Braskem em Maceió, diz que o ponto forte do curso está na maneira como são conduzidas as aulas: “Os professores são altamente capacitados e sabem unir a parte experimental do ensino com a teoria, o que é uma dificuldade na indústria”.

Angel Laguna ressalta o impacto que o conteúdo pode causar nas empresas: “Um mercado aberto como o nosso tende a ser mais competitivo e, portanto, temos que trabalhar para otimizar processos e melhorar a eficiência. Além disso, também é importante trabalhar com sustentabilidade e cuidar do meio ambiente”, afirma o representante da Siderperu, empresa peruana controlada pela Gerdau.