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  03.11.10

Conhecimento estratgico


Mestrado Profissional do IPT forma turma em outubro. Alunos veem perspectivas e redes de contatos ampliadas


O evento que marcou a conclusão do curso e entrega dos diplomas aos cerca de 120 formandos realizou-se no IPT na noite do dia 22 de outubro. O diretor de Inovação, Fernando Landgraf, representando o diretor-presidente João Fernando Gomes de Oliveira, reafirmou a importância do Mestrado Profissional do e para o IPT. “Formar recursos humanos nas áreas (do Mestrado) faz parte de nossa estratégia. Geramos conhecimento qualificado e contribuímos para que a nação tenha uma engenharia cada vez melhor. Nisto, o governo de São Paulo tem investido firme, abrindo espaço para produzirmos o conhecimento que gera riquezas e não só a prestação de serviços.” Participaram da mesa que recepcionou os formandos os coordenadores dos cursos Douglas Barreto (Habitação: Planejamento e Tecnologia); Efraim Cekinski (Processos Industriais); Marcio Nahuz (Tecnologia Ambiental) e Mario Miyake (Engenharia de Computação).

Opiniões de formandos do Mestrado Profissional do IPT atestam impactos positivos nas respectivas áreas de atuação e mercado. “No meu caso, trouxe pelos menos dois benefícios muito importantes”, revela Maritza de Carvalho, mestranda em Engenharia de Computação e consultora de TI. “Primeiro, mudou minha postura. Adquiri uma visão crítica em relação às tecnologias e incorporei o método da pesquisa em meu trabalho no mundo corporativo. Segundo, abriu novas perspectivas e portas, como as do grupo Pão de Açúcar, onde realizo um trabalho de fôlego em gestão. Havia uma Maritza antes e há outra depois do mestrado.”

Para o arquiteto Renato Kinger, mestrando em Habitação e atuando no Studio Oca, o curso no IPT deu um banho de novidades e conhecimento técnico. “Dediquei-me ao estudo do aproveitamento da água de chuva em moradias populares. Conheci o tema aqui no instituto e me apaixonei pela economia de água. Produzi cálculos para instalação de sistemas de captação com economia brutal de água. Para a tipologia ‘casas’ da CDHU, projetei um reservatório para o lado externo da residência com emprego de bomba de gravidade que economiza energia. Hoje, para minha surpresa, o projeto encontra-se em processo de geração de patente junto ao INPI.”

Da esq. para a direita: Marcio Nahuz, Ana Maria Ribeiro e os professores Katia Canil e Eduardo Machado
 


A engenheira civil sanitarista e mestranda em Tecnologia Ambiental, Ana Maria Ribeiro, é gestora de riscos ambientais da Sabesp. Ela desenvolveu seu trabalho em gestão de riscos operacionais com foco no saneamento básico e aposta na publicação, em formato de livro, como meio de compartilhar resultados. “Publiquei no ano passado, pela Editora Sicurezza, o livro intitulado ‘Gestão de Riscos Operacionais’, o primeiro do gênero no país e que, segundo a Sabesp, vem preencher uma lacuna nacional na área técnica.”

Marcos César Fernandez, químico da Oxiteno e mestrando em Processos Industriais, confirmou com sua experiência profissional a ampliação de perspectivas e da rede de contatos com o curso no IPT. “Para mim, (o mestrado) representou uma grande interação entre os diversos níveis de avaliação na indústria e o mundo acadêmico. É uma chave para alavancar a atividade no setor em que atuo.”

Para o matemático Wanderley Wang, profissional de TI da indiana Tata Consultancy Services e mestrando em Engenharia de Computação, o curso ampliou horizontes e consolidou conhecimentos importantes em sua área de atuação. “Concentrei minha dissertação na interação entre Homem e computador na arquitetura da informação.”