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  27.10.09

Foco na preveno


IPT ministra curso de capacitação em áreas de risco para servidores da prefeitura de S.Paulo e da defesa civil


Da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras de S.Paulo

A Secretaria de Coordenação das Subprefeituras promove, de hoje (27) até quinta-feira (29), o Curso de Capacitação em Mapeamento de Áreas de Risco Geológico. Ministrado pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), o curso é gratuito e irá formar nesta primeira etapa cerca de 25 profissionais, entre servidores da prefeitura e representantes da defesa civil. As aulas acontecem na Sub Prefeitura Jaçanã/Tremembé, Av. Luis Stamatis, no 300, de 8h30 às 17h30 horas.

Neste primeiro dia, os alunos estão participando de uma aula teórica sobre o conceito de risco geológico, e ainda irão ter noções sobre riscos estruturais e não estruturais. A idéia é explicar o que pode ser feito para minimizar os riscos a partir de ações simples como palestras, orientações à população e criação de núcleos comunitários de defesa civil.

O segundo dia de curso será todo voltado para a parte prática. Os alunos serão levados para a Favela Alfredo Ávila, no Jaçanã, e aprenderão in loco a avaliar uma área de risco, tanto no que diz respeito à medição dos barracos quanto do próprio terreno em volta da favela (através da caracterização do tipo de terreno e das condições das moradias).

Já no terceiro dia, eles receberão fotografias aéreas da favela para montarem mapas de risco com base no que viram na véspera. Além deste módulo, a Secretaria irá realizar outros dois até o início do ano que vem e a expectativa é que 70 pessoas ao todo participem das aulas. Seguindo o cronograma previsto, o curso acontece em dezembro para representantes da Zona Sul e Oeste e em janeiro para a Zona Leste.

INTERVENÇÕES - Esta ação está inserida no “Programa de Intervenções em Áreas de Risco Geológico”, gerenciado pela SMSP e tem como principal objetivo a realização de intervenções (obras e serviços) que eliminem o risco para os moradores dessas áreas evitando-se, desta forma, a remoção e/ou deslocamento da comunidade. A prefeitura constatou que eliminar os riscos (caso possível) ao invés de remover os moradores tem se apresentado como a maneira mais eficiente de enfrentar o problema. Para se ter uma idéia, a Prefeitura investiu no ano passado R$ 29,6 milhões para beneficiar cerca de 6.200 famílias inseridas no programa, um número crescente ano a ano.