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  13.05.14

reas de risco no ABCD


Governo do Estado irá oferecer auxílio-moradia até que novas casas sejam entregues; mapeamento foi feito pelo IPT


Fonte: Governo do Estado de São Paulo

As famílias que vivem em áreas de risco no Grande ABC vão receber novas moradias. O Governo do Estado assinou nesta terça-feira, 13, um termo de cooperação com o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.
Governador Geraldo Alckmin (ao lado do prefeito de São Bernardo do Campo, Luiz Marinho) firma termo de cooperação com o Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para ações conjuntas na remoção de 630 famílias em situação de risco. Crédito foto: Edson Lopes Jr.
 
O objetivo é auxiliar 630 famílias. "É uma medida de caráter preventivo. O IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) fez um trabalho para identificar as famílias que estão em área de alto risco", afirmou o governador Geraldo Alckmin.

"São 322 casas em Santo André, 145 em Mauá, 63 em São Bernardo do Campo, 37 em Diadema, 33 em Ribeirão Pires e 30 em Rio Grande da Serra", completou o governador.

Serão executadas ações conjuntas para viabilizar a remoção imediata das 630 moradias, como a concessão de auxílio-moradia e construção habitacional para atendimento das famílias removidas. O repasse do Fundo Estadual de Assistência Social será de 50% do valor do aluguel social, o que representa um valor de R$ 200 para o Governo Estadual pagar.

Governador Geraldo Alckmin e os pesquisadores do Laboratório de Riscos Ambientais do IPT, Marcelo Fischer Gramani (à esquerda) e Fabrício Araújo Mirandola
 
"As famílias recebem o aluguel social até o apartamento ficar pronto. De outro lado, na construção das moradias pelo Minha Casa Minha Vida, nós entramos com R$ 20 mil por unidade com o Casa Paulista. Então, em vez do leite derramado, de haver uma ação posterior à tragédia, evitamos os problemas", definiu Geraldo Alckmin.

Os municípios integrantes do Consórcio definirão as metas físicas, financeiras e as condições de execução. Caberá ao Consórcio o controle e acompanhamento dos termos de adesão, que serão feitos junto ao Estado, e as propostas de solução habitacional que contemplarão as famílias que serão removidas.