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  20.05.15

Energia solar


Pesquisador do IPT se manifesta sobre notícia de que País ‘fica para trás’ em tecnologia de energia solar


No último dia 08 de maio, o jornal Folha de S. Paulo destacou em seu caderno Ciência + Saúde a matéria intitulada ‘O Brasil fica para trás em energia solar’ (o texto está na íntegra no arquivo disponível abaixo para download). Aspectos de viabilidade econômica desta fonte de energia limpa são discutidos na reportagem.

Um ponto relevante da questão tecnológica envolvendo esta modalidade energética foi introduzido pelo IPT, em mensagem enviada ao jornal pelo pesquisador Mario Boccalini, diretor do Centro de Tecnologia em Metalurgia e Materiais do Instituto:

Forno de solidificação direcional usado no projeto do IPT foi o primeiro na América do Sul da nova geração tecnológica, com capacidade para produzir lingotes de até 90 kg
 
Em relação ao tema da matéria publicada pelo jornal, o IPT finalizou recentemente um
projeto inovador para obtenção do silício de alta pureza, denominado Silício Grau Solar (SiGS) , que poderá alavancar a indústria de energia fotovoltaica no País.

O Silício Grau Solar é empregado na produção de células solares fotovoltaicas, utilizadas para a conversão da energia solar em energia elétrica. Ele foi obtido a partir de uma rota metalúrgica alternativa desenvolvida pelo IPT.

Agora é o momento de se buscar parcerias para o estabelecimento de uma indústria produtora desta que é a principal matéria-prima empregada na produção de células solares fotovoltaicas, o que certamente vai baratear toda a cadeia da energia solar brasileira.

Em todo o mundo há apenas um projeto em fase industrial de produção do silício de grau solar pela rota metalúrgica, na Noruega. Pelo fato de a demanda por energia solar ser crescente, acreditamos no sucesso do empreendimento.”