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Corante extrado do pinho para o tingimento de algodo e l (capitulo de livro)


Patricia Muniz dos Santos Silva; Ticiane Rosa; Rayana Santiago Queiroz; Silgia Aparecida da Costa; Sirlene Maria da Costa


Resumo:
O uso de corantes naturais oriundos da flora nativa para o tingimento têxtil pode ser considerado uma opção visando novas alternativas econômicas sustentáveis. Nessa perspectiva, o aproveitamento da água residual do processo de cozimento do pinhão da Araucaria angustifolia apresenta- -se como uma forma de valorizar a flora brasileira, além de ser compatível com as estratégias de produção mais limpa. Objetivou-se avaliar o extrato aquoso de pinhão como corante natural para o tingimento têxtil. Foram realizados tingimentos por esgotamento em amostras de tecidos planos de algodão e de lã, em diferentes pH e mordentes. As amostras tingidas foram caracterizadas por análises colorimétricas e quanto à solidez de cor. As notas de solidez de cor à lavagem e à fricção foram boas, enquanto as de solidez à luz foram típicas de corantes naturais. O extrato do pinhão mostra-se como uma fonte promissora para ser utilizada como corante natural para o tingimento de algodão e lã.


Referência:
SILVA, Patricia Muniz dos Santos; ROSSI, Ticiane; QUEIROZ, Rayana Santiago; COSTA, Silgia Aparecida da; COSTA, Sirlene Maria da. Cascas de árvores nativas como corante natural têxtil. In: ROBIC, André Ricardo; MENDES, Francisca Dantas; ROBIC, Luciane A. Biscolla. Interfaces da moda: gestão, negócios, varejo, sustentabilidade, design, consumidor e marcas. São Paulo: USP/EACH, 2018. Cap.3, 132-146.


Acesso aos Capítulos originados dos resumos apresentados no Congresso Internacional de Negócios da Moda, 6., 2017: São Paulo:
http://cinm.org.br/cinm/anais/2017/03_03_01_Corante%20extra%C3%ADdo%20do%20pinh%C3%A3o.pdf

 
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