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Tingimento natural de algodo com cascas residuais de frutas (captulo de livro)


Bryna Tieme Haraki Otaviano; Patricia Muniz dos Santos Silva; Rayana Santiago Queiroz; Silgia Aparecida da Costa; Sirlene Maria da Costa


Resumo:

Diante de uma maior conscientização de consumidores e produtores com relação aos problemas causados pelo uso de corantes sintéticos, utilizar corantes e mordentes naturais extraídos de resíduos da indústria agrícola, como as cascas de jabuticaba (Plinia cauliflora), romã (Punica granatum), uva (Vitis sp.) e banana (Musa spp.), objetos da pesquisa, é uma solução para uma produção menos prejudicial ao ambiente e à saúde humana. As cascas coletadas foram secas em estufa a 45 ºC por 24h e realizaram- se extrações aquosas na relação de 1:10, a 100 °C por 1h em placa de aquecimento. Foram testadas diferentes condições de tingimento por esgotamento, variando-se o pH e os mordentes. Os tecidos tingidos foram avaliados em espectrofotômetro pelo sistema CIE L*a*b*. Os resultados dos ensaios de solidez da cor à lavagem e à luz das amostras indicaram que todos os resíduos testados possuem potencial para serem utilizados como corantes e mordentes para o tingimento têxtil.


Referência:
OTAVIANO, B.T.H.; SILVA, Patrícia Muniz dos Santos; QUEIROZ, Rayana Santiago; COSTA, Silgia Aparecida da; COSTA, Sirlene Maria da. Tingimento natural de algodão com cascas residuais de frutas. In: ROBIC, André Ricardo; MENDES, Francisca Dantas; ROBIC, Luciane A. Biscolla. Interfaces da moda: gestão, negócios, varejo, sustentabilidade, design, consumidor e marcas. São Paulo: USP/EACH, 2018. Cap.3, p.147-156.


Acesso aos Capítulos originados dos resumos apresentados no Congresso Internacional de Negócios da Moda, 6., 2017: São Paulo:
http://cinm.org.br/cinm/anais/2017/03_03_03_Tingimento%20natural%20de%20algod%C3%A3o.pdf

 
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